Questionado sobre a controvérsia do cânone de Dragon Ball GT, Takao Koyama acredita que sim, se trata da “sequência oficial” de Dragon Ball Z.
Se você não está familiarizado com Koyama, deve saber que trabalhou tanto na adaptação original de Dragon Ball como roteirista após a saída de Toshiki Inoue.
Posteriormente, supervisionou Z de 1989 a 1996, e embora não tenha retornado para GT, ainda considera a sequência tão válida quanto qualquer coisa que tenha escrito.
“É claro que é,” declarou em publicação no Twitter.
Recentemente, a Toei Animation chegou a posicionar GT dentro da cronologia da franquia. Daí você pergunta: Então quer dizer que faz parte do cânone?
A resposta é não.
Na ocasião, a companhia decidiu posicionar o anime dentro da linha do tempo, sem a necessidade de ligá-lo de alguma forma ao cânone oficial. Basicamente, só colocou em que ano se passa cada história, mas não quer dizer que os eventos fazem parte da linha do tempo atual.
Ou seja, GT está dentro do ‘multiverso’ de Dragon Ball e realmente se passa bem depois da época abordada no Super, mas não serve como uma continuação oficial.
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Dragon Ball surgiu em 1984, sendo uma criação de Akira Toriyama, que anteriormente já tinha emplacado no Japão o sucesso Dr. Slump (também publicado aqui pela Panini).
Adaptando livremente o conto chinês Jornada ao Oeste, começa contando a história do pequeno Goku, um garoto com uma força extraordinária e um rabo de macaco, que viveu até então isolado da humanidade. Sua vida muda quando uma jovem aventureira chamada Bulma o conhece, procurando por uma das lendárias Esferas do Dragão. Juntos eles entram numa jornada atrás das 7 esferas existentes, que reunidas podem conceder qualquer desejo.






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