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O primeiro quadrinho da linha de reinvenões da DC Comics com os personagens Hanna Barbera a chegar às lojas de quadrinhos foi Wacky Raceland, que segue os personagens do clássico desenho animado “Corrida Maluca”. Em um deserto pós-apocalíptico com influências de Mad Max, personagens como Penépole Charmosa, Peter Perfeito e Dick Vigarista competem em uma corrida uns contra os outros e contra o próprio mundo.


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A série, escrita por Ken Pontac e desenhada por Leonardo Manco, é a que apresenta as diferenças mais gritantes se comparada com a obra original animada, já que até mesmo Scooby Doo Apocalypse manteve o senso de leveza do original, conseguindo um resultado bem “família”. Wacky Raceland já conta com uma abordagem bem mais sombria, adulta e violenta, definindo um público bem específico dentro do mercado de quadrinhos.

O roteirista da série recentemente conversou com o ComicBook para discutir a série, e explicou alguns pontos como sua decisão de fazê-la tão distante da série original, e até onde a DC o permitiu ir. Pontac começou explicando o quão divertido foi poder mexer com esses personagens.

“Foi ESTUPIDAMENTE DIVERTIDO! O maior aviso que recebi da DC assim que cheguei foi para não distanciar demais do original. Essa foi a linha na areia, e estou feliz por atravessá-la.

Dan Didio tem me dado suporte em cada ideia maluca que joguei nesse quadrinho. Minha editora, Marie Javins, tem a paciência de uma santa, e meu artista e co-conspirador Leonardo Manco é no mínimo tão louco quanto eu e me surpreende em cada página incendiária que me envia.”

Pontac respondeu ainda se veremos algum dos personagens agindo como protagonista ou herói na série, ao que respondeu o seguinte:

“Ainda é um pouco cedo para chamar alguém de ‘herói’, mas Penélope é mais simpática do que alguns dos outros. Veremos sua história na edição #3, e digamos que a pobre criança passou um inferno.

Heróis são definidos pelas escolhas e sacrifícios que fazem, e não teremos muito de ambas as coisas nas próximas edições. Estou escrevendo a edição #5 agora e Muttley (entre todas as pessoas, cães, ou o que for) tem um grande e heroico momento com armas em punho, que define sua origem inteira.”

Sobre o mundo apocalíptico, o roteirista foi perguntado se dará informações a respeito de como as coisas chegaram àquele estado.

“Alguns dos flashbacks mostram o mundo antes da merda bater no ventilador, e em algum momento vamos ver como e por que tudo deu errado ao mesmo tempo”

Wacky Raceland #1 conta com roteiros de Ken Potac e arte de Leonardo Manco, chegando às lojas de quadrinhos americanas no dia 8 de junho.




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