Após receber várias críticas devido a terceira edição de King Conan, Jason Aaron emitiu um pedido de desculpas por ter utilizado um nome associado a uma figura indígena da vida real.
Na trama, uma feiticeira sobrenatural é apresentada como Matoaka, nome de nascimento de Pocahontas.
O roteirista admite que a escolha foi “mal considerada”, e uma alteração será feita em futuras impressões.
”Em ‘King Conan #3’, tomei a decisão mal considerada de nomear uma personagem como Matoaka, que é intimamente associado à figura nativa americana da vida real, Pocahontas. A nova personagem é uma princesa sobrenatural de mil anos de uma ilha amaldiçoada, que vive dentro de um mundo de fantasia. Posso garantir nunca nunca houve intenção de ser baseada em ninguém da vida real.”
Além disso, os leitores ficaram irritados com o visual de Matoaka, que mal fica coberta por roupas.

”Eu deveria ter entendido melhor o verdadeiro significado e ressonância do nome e reconhecido que não era apropriado usá-lo. Entendo a indignação expressa por aqueles que detêm o verdadeiro legado de Matoaka. Por tudo isso e pela angústia que causou, peço desculpas.
Como parte desse pedido de desculpas, meus ganhos com essa série foram doados ao Centro Nacional de Recursos Femininos Indígenas. O nome e a aparência da personagem serão ajustados para o resto da minissérie, incluindo nas edições digitais.”
King Conan será concluída com seis edições, com a antepenúltima agendada para 23 de março.