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Na cena final de Star Wars: A Ascensão Skywalker, temos Rey (Daisy Ridley) indo para Tatootine, onde a Saga Skywalker começou, e enterrando os sabres de luz de Luke e Leia. Ao ser questionada por uma habitante local sobre quem ela é, Rey responde: “Rey Skywalker”.

O roteirista Chris Terrio conversou com o IndieWire sobre essa cena, explicando que ela traz um círculo completo à saga Star Wars.

“Nós pensamos nisso como uma forma de prestar respeito e desfazer o pecado original do terceiro filme, que é a separação dos gêmeos. Quero dizer, é claro, eles tiveram que ser separados para mantê-los seguros, e a trilogia não existiria, os seis filmes não existiriam se não tivessem sido separados! Mas isso nos pareceu quase como um erro que precisava ser corrigido. Nós, deliberadamente, no roteiro, descrevemos o embrulho dos sabres como ‘se você estivesse embrulhando bebês’.

É o que você vê no terceiro filme, onde os dois bebês estão embrulhados, e um é enviado para Tatooine para ser um fazendeiro, e um é enviado para Alderaan para ser uma princesa. A casa de Leia não existe mais, então pensamos: ‘Bem, Luke poderia levar Leia para sua casa, onde ele cresceu e onde vimos o primeiro Star Wars’.

Isso para nós parecia o final adequado, porque no início da trilogia, há um Skywalker que está sendo corrompido novamente como Anakin, para se tornar mais como Palpatine. No final, pensamos que a vitória final da Luz e o ato final de auto-afirmação de Rey foi declarar que, apesar de seu sangue, ela é uma Skywalker. Naquele momento, os Skywalkers realmente vencem a saga da família.”

Star Wars: A Ascensão Skywalker está em cartaz nos cinemas, com direção de J.J. Abrams. O filme conclui a nova trilogia, iniciada em 2015 com O Despertar da Força.



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