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Apesar de Jean Grey (Sadie Sink) ter ganhado um arco de redenção ao final de Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) após atuar como “vilã” em boa parte do filme, muitos não concordaram com o tratamento dado à mutante.

Para Erik Sommers, co-roteirista da continuação, os atos da mutante não deveriam defini-la, já que ela nem mesmo chegou a tirar vidas, embora tenha usado pessoas inocentes em sua tentativa de destruir o Departamento de Controle de Danos.

“Acho que, tecnicamente, ela não é responsável por nenhuma morte. Mas essa é a impressão que passa, com certeza, de que ela causou muita destruição e caos”, disse o escritor ao The Hollywood Reporter. “Mesmo quando a ideia é ter um vilão que se regenera ou passa por uma transformação, você precisa introduzi-lo de uma forma que ele realmente passe a urgência de algo ameaçador. Se o público sentir que ele não é um desafio, seja fisicamente ou emocionalmente, a história não funciona.”

Acontece que Jean Grey estava em busca de vingar a morte de sua irmã mutante, Sara Grey, que foi capturada pelo DODC para experimentos brutais, colocando-a em rota de colisão com o Amigão da Vizinhança (Tom Holland).

No fim das contas, os heróis da Marvel Studios se reuniram após se darem conta que precisavam unir forças para impedir os esforços de William Metzeger (Tramel Tillman) em continuar explorando mutantes.

Agora, Sadie Sink se prepara para reprisar seu papel no reboot dos X-Men, que começará suas filmagens no início de 2027, com lançamento previsto para algum momento de 2028. A direção ficará por conta de Jake Schreier (Thunderbolts*).

Homem-Aranha: Um Novo Dia, por sua vez, já está muito perto de atingir a marca de US$ 2 bilhões em sua bilheteria global, sendo oficialmente o maior sucesso cinematográfico de 2026 até agora.

Contando com direção de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi), a continuação do herói segue em cartaz nos cinemas do Brasil.

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Fonte: The Hollywood Reporter.



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