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Vencedor do Emmy por Olhos que Condenam, Michael Starrbury teve a oportunidade de trabalhar em um rascunho para Blade, da Marvel Studios, antes da greve do Writer’s Guild of America.

Agora, em publicação no X, decidiu se pronunciar sobre as polêmicas informações publicadas pela Variety.

O roteirista mencionou especificamente a (suposta) decisão de transformar o Caçador de Vampiros em um coadjuvante dentro do próprio filme.

“Trabalhei em um rascunho disso antes da greve. Nunca vi uma versão em que Blade fosse o 4º protagonista, ou que existisse uma ‘narrativa liderada por mulheres e cheia de lições de vida’, mas suponho que muita coisa poderia ter acontecido já que tive algo a ver com isso. Ele estava em 99% (das cenas) dos roteiros dos quais participei.”

Nesse momento, Michael Green (Logan, Guerra Mundial Z) está cuidando da escrita, e nenhum material anterior será reutilizado.

O objetivo do estúdio é produzi-lo com cerca de US$ 100 milhões, bem distante das tradicionais grandes produções.

Leia mais sobre Blade:

Eric Cross Brooks nasceu em Londres, em 24 de outubro de 1922. Seu pai, Lucas Cross, um membro da sociedade secreta da Ordem de Tyrana, enviou sua esposa grávida Tara para a Inglaterra antes de ser feito prisioneiro na Latvéria. Lá, ela assumiu o nome de “Vanessa Brooks” e encontrou abrigo com a dona de um bordel, Madame Vanity, outra membro da Ordem de Tyrana.

Quando Tara passou por complicações no parto, um médico foi chamado. O médico, Deacon Frost, era na verdade um vampiro e se alimentou da mulher quando ela deu à luz, passando uma série de enzimas que alteraram seu bebê. Como ele ainda estava ligado à mãe pelo cordão umbilical, as enzimas entraram na corrente sanguínea do bebê, transformando-o em um ser contaminado, mas não convertido.

Em outras palavras, meio-humano, meio-vampiro, também chamado de “dampiro”. Tara morreu, deixando o órfão Eric para ser criado no bordel de Madame Vanity.



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