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Logo depois de Guerra Civil ser anunciado como o plot do terceiro filme do Capitão América, muitos fãs foram levados a acreditar que o longa encerraria com a icônica morte de Steve Rogers, como aconteceu nas histórias em quadrinhos.

Porém, para a surpresa do público, a história do filme seguiu por um caminho bem diferente. Numa recente entrevista, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus falaram a respeito e explicaram o por quê de tal decisão. Agora, ambos voltaram a comentar sobre o assunto e tiveram a oportunidade de revelar que, no fim das contas, nada disso estava nos seus planos.

“Nós nunca tivemos a intenção de matar o Capitão”, foi o que disse Markus. “Um dos motivos é o fato de ele não ter realmente morrido, e nós não queríamos fazer como nos quadrinhos. Além disso, têm outros filmes vindo por ai, e fica aquela dúvida de, ‘Vocês vão matá-lo?’. Não sairia um resultado bom se não matássemos alguém pra valer. Nós fingimos matar Nick Fury no Soldado Invernal e funcionou muito bem, mas… chega num ponto onde o filme perde a gravidade das coisas no momento que você mata alguém, porque o público vai estar pensando, ‘Oh, agora nós estamos num mundo de histórias em quadrinhos, porque ele vai voltar’. Então você causa mais impacto ao causar um dano considerável ao personagem.”

Capitão América: Guerra Civil está em cartaz neste exato momento, e Steve Rogers estará de volta em Vingadores: Guerra Infinita.

Sou o fundador dos sites O Vício, Overplay e Muramasa, onde lidero a cobertura e análise da cultura pop e da indústria de videogames. Atuei como Game Designer e idealizador do Jotunheim Project, vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, e tive a honra de ser jurado do Anime Awards nas edições de 2024 e 2025. Sou membro da Mensa Brasil e da Intertel. No meu tempo livre, desligo um pouco das telas para focar na minha coleção de guitarras, livros e quadrinhos.


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