Roy Thomas e Neal Adams trabalharam muito tempo juntos nos títulos dos X-Men e dos Vingadores, e agora Thomas presta tributo a seu amigo.
O autor compartilhou um texto no Facebook (Via CBR) por meio de seu empresário John Cimino, citando a surpresa em saber que seu amigo de longa data faleceu.
“Fiquei profundamente triste hoje ao saber que meu colega de longa data, Neal Adams, havia falecido. Neal foi um dos poucos grandes artistas de quadrinhos a sair da década de 1960… ou, pode-se argumentar, de qualquer década. Seu trabalho primeiro em Deadman e o Espectro, logo depois em Batman, os X-Men, os Vingadores e os Inumanos, na DC e na Marvel, expandiram o alcance do que poderia ser esperado na arte em quadrinhos, ao combinar o florescimento de reis de ação como Jack Kirby, com a abordagem mais realista de tais mestres como Reed Crandall e outros. Realismo, romantismo, dinâmica… Neal tinha uma aljava cheia, que nunca ficava vazia de novas flechas para nos surpreender cada vez mais.” – Diz Thomas.
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De acordo com The Hollywood Reporter, Adams morreu em Nova York após complicações da sepse, conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção.
Adams sacudiu o mundo dos quadrinhos no final dos anos 1960 e início dos anos 70 com sua visão tonificada e vigorosa dos heróis.
Durante sua fase no Batman, Adams e o roteirista Dennis O’Neil trouxeram uma mudança revolucionária para o herói, entregando realismo e uma sensação de ameaça à sua narrativa.
Adams é co-criador de vilões como Ra’s al Ghul e sua filha, Talia, e transformou o Coringa em um personagem menos cômico, impondo uma identidade mais maníaca e homicida que os leitores e espectadores modernos conhecem.






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