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Em uma conversa franca com o diretor Spike Lee para a Variety, Ryan Coogler abriu o jogo sobre o motivo de escalar Michael B. Jordan em praticamente todos os seus projetos, descrevendo a relação profissional como uma verdadeira “conexão espiritual”.
O diretor relembrou que tudo começou em Fruitvale Station, quando precisava de um ator que se parecesse fisicamente com Oscar Grant para que o filme fosse aceito pelo público local da Baía de São Francisco.
“Encontrei-me com ele e nos demos muito bem, cara. E quando começamos a trabalhar, foi aí que tudo se encaixou. Ele é um ótimo ator porque você não vê o trabalho. Ele simplesmente é o que está diante de você”, disse Coogler.
A química foi tão forte que a dupla logo emendou o trabalho em Creed, onde Jordan dispensou dublês:
“Havia uma conexão espiritual. Em Creed, ele passou um mês inteiro filmando apenas cenas de luta. Não tínhamos um único dublê. Foi fenomenal.”
Sobre o desafio mais recente em Pecadores, onde Jordan interpreta gêmeos, Coogler destacou o risco de colocar um ator tão carismático no papel do que ele classificou como “caras maus”:
“Esses caras são… são caras maus. Um é um assassino de sangue frio e o outro é um manipulador. Ver esses caras sendo interpretados sem rodeios por um ator cujo superpoder é ter o público sempre do lado dele foi interessante.”
Pecadores, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan, já está disponível no catálogo da HBO Max.






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