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Após Emily Blunt interpretar uma diretora de cinema em O Dublê (2024), Ryan Gosling passou a acreditar que sua companheira de elenco leva jeito para a coisa.
Porém, ao falar para o CBR, a atriz, que é casada com o diretor John Krasinski (Um Lugar Silencioso), disse ter se sentido tão imergida no papel de Jody Moreno, que sentiu um pouco do que é a pressão de dirigir um filme, e não sabe se quer isso para sua vida.
“Vou dizer, não sei [se quero dirigir um filme]. É muita pressão. Eu vi o que é dirigir um filme. Eu vi como é como se cada momento do dia fosse dedicado à direção de um filme. É como um cavalo selvagem em sua casa,” disse Blunt. “Então, eu não sei. Estou dando muitas desculpas para não fazer isso. Não sei como vou me sentir daqui a dez anos. Não tenho certeza.”
Mesmo com a atriz resistindo à ideia, Gosling insistiu na afirmação de que ela deveria dirigir algo em breve e, foi além, dizendo que Blunt faria um bom faroeste.
“Ela deveria dirigir, pois me dirigiu no set [de O Dublê],” disse Gosling “Ela deveria fazer um faroeste”,
Gosling, no entanto, não especificou o motivo pelo qual Blunt seria uma boa diretora de faroeste.
O Dublê (2024), vale ressaltar, está em cartaz nos cinemas.
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O Dublê, novo filme com Ryan Gosling e Emily Blunt, é baseado na icônica série dos anos 80, Duro na Queda.
Com direção de David Leitch (Trem-Bala, Deadpool 2, Atômica), o filme conta a história de Colt Seavers (Gosling), um sujeito que deixa a carreira de dublê de lado após lesões graves, mas tem que voltar a trabalhar para solucionar o desaparecimento do astro de um blockbuster, dirigido por sua ex, Jody Moreno (Emily Blunt).
Fonte: CBR