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Antes de se tornar o co-CEO da DC Studios, James Gunn roteirizou um dos live-actions mais amados da cultura pop. A experiência do cineasta na primeira adaptação de Scooby-Doo, no entanto, não foi exatamente agradável.

Em participação no podcast The Viall Files, o cineasta abordou seu tempo na icônica franquia, expondo notas da Warner Bros. que pediam para transformar o longa original de 2002 em um produto “para a família”.

“O primeiro filme foi um pesadelo. As pessoas sabem que nossa primeira classificação indicativa era R – era algo tão estúpido; não era exatamente um filme R. Cortamos algumas coisas e depois passou para classificação PG-13. Tínhamos escrito e dirigido um filme para adolescentes, que era basicamente um pouco mais parecido com Austin Powers, era mais ousado.”

James Gunn continuou, afirmando que o estúdio interrompeu significativamente sua visão original para o longa-metragem:

“Eles decidiram que este era um filme totalmente para a família, para crianças, e que tudo precisava ser adaptado para ser mais infantil. Algumas partes… eles não conseguiram contornar. O decote das meninas foi removido por CGI por causa de uma pessoa que estava no teste em Sacramento e perguntou: ‘Por que os vestidos delas são tão decotados?’. Então, o decote de Sarah [Michelle Gellar] e Linda [Cardelini] foi removido através dos efeitos.”

Os live-actions de Scooby-Doo estão disponíveis no catálogo da HBO Max, contando com Freddie Prinze Jr. (Fred), Sarah Michelle Gellar (Daphne), Linda Cardelini (Velma) e Matthew Lillard (Salsicha) no elenco.

Leia mais sobre Scooby-Doo e James Gunn:

Sabemos que a Netflix atualmente está desenvolvendo uma série live-action de Scooby-Doo para o streaming, embora o projeto permaneça em estágios iniciais de desenvolvimento.

Diferente dos filmes de James Gunn, a nova releitura abordará a Mistério S/A ainda jovem, enquanto uma data de estreia permanece indefinida.

Fonte: GamesRadar.



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