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Por meio de suas redes sociais, Selton Mello divulgou um comunicado criticando duramente o anúncio de uma continuação de Lisbela e o Prisioneiro pela Imagem Filmes. O ator já havia demonstrado surpresa com o anúncio, já que ninguém do elenco e da equipe original foi consultado sobre o projeto.

“Estou trabalhando bastante no lançamento de Ainda Estou Aqui, muito comovido e contente com a reação ao nosso filme do peito que estreia dia 7 de novembro nos cinemas.

No meio desse turbilhão fui pego de surpresa com o anúncio incorreto da continuação de um filme que amo e que o público guarda no coração: Lisbela e o Prisioneiro.

Anunciaram de uma forma um tanto atabalhoada, e por que não dizer, desrespeitosa: com as pessoas que fizeram o trabalho e com o público, que ama profundamente nosso filme.

Não se anuncia algo dessa grandeza sem consultar elenco e equipe. Guel Arraes, diretor e roteirista, Paula Lavigne, produtora, Virgínia Cavendish, atriz e produtora, Débora Falabella, minha Lisbela amada, não fomos procurados pela Imagem Filmes para tal continuação e estamos perplexos com tamanha deselegância.

Se a ideia era nos procurar depois, começaram muito mal, criando um ruído desnecessário e desagradável.

Este projeto não existe e se um dia resolvermos fazer uma parte 2 será com o grupo original, feito da nossa maneira, com as pessoas e profissionais escolhidos por nós.

Muita gente me perguntando sobre essa notícia em um momento bastante atarefado, portanto uso meu espaço pra expor o que penso, encerrando o assunto de vez.

O foco é Ainda Estou Aqui, Enterre Seus Mortos começando sua jornada e O Auto da Compadecida 2, filme embalado e engendrado com muito amor, trabalho e zelo, do princípio ao fim.

Obrigado.”

Veja abaixo a postagem no Instagram.

De acordo com o Portal Exibidor, a Imagem Filmes anunciou o projeto durante a Expocine 2024, sem especificar nada sobre elenco e produção.

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O filme original foi dirigido por Guel Arraes (O Auto da Compadecida), que também assinou o roteiro ao lado de Jorge Furtado e Pedro Cardoso.

O projeto nasceu do sonho de Virgínia Cavendish (O Auto da Compadecida) — na época esposa de Guel Arraes — de adaptar o livro homônimo de Osman Lins como filme. A obra já havia sido adaptada para a TV, em um episódio de Caso Especial, e também para o teatro.

No filme de 2003, acompanhamos a história do amor proibid0 entre Lisbela Leléu, que é atravessada pela ameaça de um terrível matador chamado Frederico Evandro.

Fonte: Instagram



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