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Diretor e proprietário da Fool’s Theory, Jakub Rokosz confirmou que a expansão Songs of the Past de The Witcher 3: Wild Hunt não poderia existir na época do lançamento original devido às limitações técnicas.
O conteúdo começou a ser produzido quando a tecnologia avançou, culminando na versão remasterizada do RPG.
“O motivo pelo qual começamos a desenvolver (a expansão) é porque as estrelas precisavam se alinhar, e as condições precisavam ser perfeitas para que isso acontecesse,” afirmou ao site da BBC News. “E essas duas coisas estão entrelaçadas de uma forma que a realização da Letten, a cidade natal do Dandelion, não seria possível sem as atualizações de remasterização. Então, algumas coisas precisaram se encaixar para tornar isso possível.
Até mesmo a introdução da corrente como a nova arma de Geralt está dentro do pacote.
“Nós conversávamos sobre implementar a corrente durante a produção The Witcher 3. Na época, era impossível fazer isso por diversas razões e desafios tecnológicos,” disse para a BBC News. “Conseguimos resolver desafios e problemas na remasterização. Então, finalmente pudemos implementar uma arma que parece natural e muito fluida.”
A terceira e última expansão chegará em 2027, e ultrapassou a marca de 900 mil de wishlists em todas as plataformas.
Sabemos que levará Geralt “a uma nova aventura no pacato reino de Letten, onde segredos sombrios espreitam sob a superfície“, e terá uma escala semelhante à de Blood and Wine, podendo ultrapassar 30 horas de duração.
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Fonte: BBC News






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