Noah Hawley estava para dirigir o próximo filme de Star Trek, em que ele iria apresentar um novo grupo de personagens e desafiar os princípios da Federação dos Planetas Unidos. No entanto, o filme está “congelado”, supostamente por ser uma história sobre um vírus, que não seria de bom tom em ser lançada tão perto da pandemia real do coronavírus.
Hawley ainda nãod esistiu do filme, no entanto. Em nova entrevista, Hawley — cujo trabalho inclui as séries Fargo e Legion — comentou um pouco sobre as coisas que ama em Star Trek e como isso pode afetar o filme.
“O que adoro em Star Trek é que não é uma história de guerra. Não é uma história em que o vencedor estabelece os fatos”, disse Hawley ao Observer. “É uma história sobre exploração. Uma história sobre resolução criativa de problemas. Meu momento favorito de Star Trek está em A Ira de Khan, qando Kirk coloca seus óculos de leitura para abaixar os escudos de Khan. É um momento breve, mas muito empolgante, pois mostra que a melhor ferramenta que ele tinha era sua mente. Embora eu goste dos filmes de Chris Pine, eles são muito mais filmes de ação, e eu queria retornar à ideia da humanidade justificando sua existência no universo ao apresentar suas melhores qualidades.”
Hawley já havia revelado que o filme não seria sobre um grupo conhecido de Star Trek. “Nós não vamos usar Kirk e nem Picard”, disse ele. “Começar do início nos permitirá o que fizemos em Fargo, em que nas priemiras horas você pensa ‘Ah, não tem nada a ver com o filme’, e logo depois você começa a descobrir as coisas. Assim você recompensa a audiência com coisas que amam.”