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Apesar do sucesso comercial, a “trilogia sequência” de Star Wars, composta por O Despertar da Força, Os Últimos Jedi e A Ascensão Skywalker, acumulou polêmicas e decisões criativas questionáveis. E uma delas envolveu Kylo Ren, antagonista interpretado por Adam Driver.

O ator confirmou que, originalmente, não havia um arco de redenção planejado, e isso só mudou durante as filmagens do último filme.

“Eu tinha um arco geral em mente que J.J. (Abrams) queria fazer. Sua ideia era mostrar a jornada oposta de Vader, onde ele começa mais confiante e comprometido com os poderes do Lado Sombrio. E então, no último filme, ele é o mais vulnerável e fraco.”

Declarou ao The Rich Eisen Show.

“Então, a ideia aqui era começar pelo contrário, onde (Kylo Ren) seria mais confuso e vulnerável no primeiro filme e, ao final da franquia, se tornaria mais comprometido com o Lado Sombrio. Eu tentei manter esse arco em mente, independentemente de isso acabar não sendo a jornada de qualquer maneira, porque mudou, obviamente, enquanto estávamos filmando. Mas, eu ainda estava focado nisso.”

Um novo filme da franquia está em desenvolvido, e abordará Rey (Daisy Ridley) em sua jornada como Mestre Jedi, em busca de reerguer a Ordem dos Cavaleiros da Paz.

Leia mais sobre Star Wars:

Com direção de Shamreen Obaid-Chinoy (Ms. Marvel), a partir de um roteiro escrito por Steven Knight (Peaky Blinders), esse filme pode estrear em maio de 2026.

Originalmente, o título cinematográfico teria roteiro de Damon Lindelof (Watchmen), que por questões criativas, acabou deixando a função.

Fonte: The Rich Eisen Show

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.