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Casey Hudson, diretor do aguardado Star Wars: Fate of the Old Republic, trouxe alguns detalhes inéditos em entrevista ao site da Bloomberg. Entre os destaques, reafirmou que será lançado antes de 2030, embora ainda não exista uma janela definida.
O desenvolvedor afirmou que não pretende passar entre cinco e sete anos trabalhando em um único projeto, indicando que a produção busca um cronograma mais enxuto em comparação a outros grandes RPGs da indústria.
Hudson também confirmou que inteligência artificial generativa não será utilizada em nenhuma etapa do processo. O diretor foi bastante crítico em relação à tecnologia, classificando-a como “criativamente sem alma” e “inútil”.
Outro ponto abordado foi a duração. A ideia da equipe criativa é que Fate of the Old Republic não seja uma experiência excessivamente longa.
“Maior não significa necessariamente melhor”, explicou Hudson. “Se eu fico animado com um jogo e depois descubro que tem 200 horas de duração, mesmo que eu não tenha a ambição de realmente terminá-lo, fico pensando: ‘se eu investir 20 horas nele, será que sequer terei saído do primeiro ato?’ Muitos jogadores só querem jogar alguma coisa e concluir a experiência.”
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Trata-se de um “sucessor espiritual” de Knights of the Old Republic, e há a promessa de entregar “uma saga épica ambientada em uma galáxia à beira de um renascimento. As escolhas do jogador serão determinantes, moldando o caminho rumo ao lado da luz ou ao lado sombrio da Força“.
Não há previsão de lançamento ou plataformas confirmadas até agora.
Fonte: Bloomberg






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