
Ao fazer o primeiro filme derivado da franquia Star Wars, o diretor Gareth Edwards sabia que teria que encontrar um equilíbrio entre um tom que conquistasse o público moderno, mas que também evocasse o espírito da trilogia original. Isso porque Rogue One: Uma História Star Wars preenche os espaços em branco entre o Episódio III e o Episódio IV.
Quando perguntado em uma coletiva de imprensa sobre o que ele buscou da trilogia original para fazer com que seu filme parecesse um autêntico filme de Star Wars, Edwards respondeu rindo:
“O problema com Star Wars é que essa pergunta aí demora umas quatro horas para ser respondida. Não existe uma coisa individual que você olhe e diga ‘Isso é Star Wars’. Há cerca de mil coisas diferentes, e você precisa misturar tudo, e obter o equilíbrio correto. É uma coisa realmente complicada emular o que gostamos no original.”
Edwards diz ter chegado à conclusão de que o importante era misturar coisas, e tirou sua inspiração diretamente da fonte: o criador George Lucas. Afinal, Lucas usou uma mistura de comédia, drama, romance, faroeste, filmes de samurai, filmes da Segunda Guerra Mundial, aventuras e intrigas políticas como inspiração para seus filmes.
“Por mim, poderíamos apenas colocá-lo em um gênero específico e dizer ‘esse é o nosso filme.’ Mas George sempre foi muito bom em misturar gêneros diferentes, e criar essa história emocionante e mitológica que aconteceu de ter robôs e naves espaciais. Há um significado por trás disso, e demorou muito tempo para quebrar esse código. Não é algo que você faz em uma semana. É um processo longo.”
Rogue One: Uma História Star Wars tem direção de Gareth Edwards e estreia marcada para 16 de dezembro. O elenco traz Felicity Jones como a protagonista Jyn Erso, Ben Mendelsohn como Diretor Orson Krennic, Mads Mikkelsen como Galen Erso, Diego Luna como Capitão Cassian Andor, Donnie Yen como Chirrut Imwe, Riz Ahmed como Bodhi Rook e Forest Whitaker como Saw Gerrera




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