Comentários

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

Em 1997, George Lucas decidiu fazer alterações digitais nos filmes de Star Wars, causando alguma revolta entre os fãs da franquia, que julgam ter testemunhado uma piora na experiência.

Discursando no Festival de Cannes, o diretor que já havia defendido sua atitude antes voltou a se posicionar a favor das mudanças, dizendo que elas foram necessárias para adequar os filmes para as novas tecnologias.

Lucas citou, inclusive, o exemplo de quando lançou a trilogia clássica da forma original em LaserDisc, e junto ao público não gostou nada do resultado.

LaserDisc, vale lembrar, foi primeiro meio de armazenamento de disco óptico para consumo doméstico. Em outras palavras, é o predecessor do DVD.

Acredito firmemente que o diretor, ou o roteirista, ou o cineasta deve ter o direito de ter seu filme do jeito que ele quer“, disse Lucas no Festival de Cannes. “Nós lançamos a versão original em LaserDisc e todo mundo ficou muito bravo, disseram: ‘parece terrível’. E eu respondi: ‘sim, eu sei que sim… é como parece.

Portanto, dificilmente haverá uma versão em Bluray dos filmes antigos com o mesmo visual das versões pré-1997.

Leia também sobre George Lucas e Star Wars

Lançada nos anos 70, a franquia Star Wars é uma febre na cultura pop e tem sido constantemente abastecida com novas obras desde que a Disney adquiriu a Lucasfilm.

Fonte: The Hollywood Reporter

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.


Comentários