Comentários

Estimated reading time: 2 minutos

Durante uma nova entrevista para GQ, o ator Liam Neeson, que interpretou o mestre Jedi Qui-Gon Jinn em Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma, fez uma revelação curiosa sobre George Lucas. Segundo Neeson, o criador da saga não aprecia tanto o processo de direção como muitos imaginam.

“George [Lucas] não gosta de dirigir. Ele me disse isso”, revelou o ator. “Ele terminava uma cena e dizia: ‘Natalie, um pouco mais rápido. Liam, um pouco mais rápido’. A sala de edição é onde ele começa a realmente aproveitar o processo. Mas, ao dirigir os atores, ele me disse que não gosta.”

A fala de Neeson confirma uma impressão já compartilhada por outros membros do elenco e da equipe técnica da trilogia prelúdio, que frequentemente mencionavam o estilo mais reservado e técnico de Lucas no set. Ainda assim, sua paixão por storytelling e por todo o universo de Star Wars sempre se mostrou evidente em cada etapa da criação, especialmente na pós-produção, onde ele podia moldar as cenas com liberdade.

George Lucas dirigiu A Ameaça Fantasma em 1999, retornando à cadeira de diretor após mais de duas décadas desde o primeiro Star Wars em 1977. Apesar das críticas mistas à atuação e ao ritmo do filme, ele continua sendo uma peça fundamental da mitologia da franquia e apresentou personagens marcantes como Darth Maul, Padmé Amidala e, claro, Qui-Gon Jinn.

Leia mais sobre Star Wars:

Neeson já havia expressado seu carinho pelo papel e recentemente voltou a dublar o personagem em participações especiais, incluindo a série Obi-Wan Kenobi no Disney+. Mesmo após todos esses anos, a honestidade dos bastidores ainda surpreende os fãs da galáxia muito, muito distante.

Fonte: GQ

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


Comentários