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A inclusão de Sister, primeira Clone Trooper trans do universo de Star Wars, em um novo livro, Star Wars: The Secrets of the Clone Troopers, gerou reações mistas na Internet. Alguns abraçaram a ideia da personagem, enquanto outros aumentaram a discussão sobre a franquia ter se tornado “woke”.
O fato é que, apesar de a controvérsia só estar acontecendo agora, não é a primeira vez que a personagem aparece. Na realidade, ela foi criada para um livro lançado em 2022, intitulado Queen’s Hope.
Nesse livro, descobrimos que Sister era uma Clone Trooper trans que lutou ao lado de Anakin Skywalker no começo das Guerras Clônicas. Ela também teve missões com Obi-Wan Kenobi. Anakin inicialmente fica impressionado com a singularidade de Sister, já que todos os Clone Troopers são clones de Jango Fett (Temuera Morrison), como estabelecido no Episódio 2 da franquia no cinema.
O que fica em aberto é a questão de Sister ser ou não a única Clone Trooper trans. Em teoria, apesar de serem clones, todos os Clone Troopers foram projetados para serem únicos. É por isso que alguns deles lutam tanto por sua individualidade. No caso de Sister, isso se deu por meio de sua transição de gênero.
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Obi-Wan Kenobi, vale ressaltar, é ambientada dez anos após Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith, e acompanha Kenobi enquanto ele parte para resgatar a Princesa Leia (Vivien Lyra Blair), sequestrada pelo Império, algo que o levará ao confronto com seu antigo aprendiz, Darth Vader (Hayden Christensen).
Fonte: Tribune