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Em Star Wars: A Ascensão Skywalker, é revelado que Rey (Daisy Ridley), que sempre esteve em busca de respostas sobre o seu passado, é na verdade uma Palpatine, filha do Imperador. Uma solução que não agradou muito aos fãs.

Porém, em entrevista com a IndieWire, o roteirista Chris Terrio disse que a linhagem de Rey como alguém do Lado Sombrio “sempre esteve nos planos”.

“Não sei se devo entrar em detalhes sobre quais pontos da história já existiam, mas o que posso dizer é que J.J. sempre teve uma ideia na cabeça de onde ele queria que deixássemos emocionalmente a trilogia. E acho que ele queria que Rey tivesse que lidar com as piores coisas que poderíamos imaginar sobre si mesma.

Quando Rey estava se perguntando qual era o lugar dela no mundo, J.J. sempre sentiu que ela deveria receber as piores notícias possíveis. De certa forma, a pior notícia para Rey no Episódio 8 é que ela é apenas uma filha de sucateiros, o que é verdade. Isso não é contradito pelo que você aprendeu nesse filme, mas ela é descendente de alguém que representa o oposto de tudo que os Skywalker representam.

Como J.J. disse, seria quase estranho não ter Palpatine de alguma forma nesse filme. Porque quando conhecemos Rey, ela está literalmente vivendo nos destroços da antiga guerra. Acho que o queríamos dizer é que essa guerra nunca terminou realmente. Sim, houve a vitória de uma geração e o equilíbrio foi alcançado por um tempo, mas toda geração precisa lutar pelo equilíbrio novamente.

Ficamos emocionados com a ideia de que a pessoa que deveria lutar para recuperar o equilíbrio que Anakin Skywalker conseguiu, era a descendente de seu maior inimigo, que corrompeu Anakin Skywalker em primeiro lugar.”

Star Wars: A Ascensão Skywalker está em cartaz nos cinemas, com direção de J.J. Abrams. O filme conclui a nova trilogia, iniciada em 2015 com O Despertar da Força.



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