Por algum motivo, a adoção do sobrenome Skywalker por Rey (Daisy Ridley) no final de Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019) ainda é um grande incômodo para os fãs, ou no pior dos casos, motivo para chacota.
Embora a reutilização do sobrenome fique muito explícito, um novo livro da saga volta a justificar a decisão da personagem em homenagear seus mestres, Luke e Leia.
Em uma das passagens de The Secrets of the Jedi: The Chronicles of Luke Skywalker, de Marc Sumerak, temos uma justifica no ponto de vista da própria Rey, que diz o seguinte:
“Eu tive que continuar a luta e terminar o que ele começou. Para usar com orgulho o nome do meu Mestre enquanto o faço, em honra à sua vida e ao seu sacrifício. Luke Skywalker pode ter partido deste plano, assim como todos os Jedi que vieram antes dele… mas ele viverá para sempre. Porque, no fim, eu sou todos os Jedi. E talvez todos nós sejamos.”
Já faz quase 7 anos desde a última aparição da personagem na saga, enquanto sabemos que a Lucasfilm continua desenvolvendo Star Wars: Nova Ordem Jedi, filme que marcará o retorno de Ridley na galáxia muito, muito distante.
Sharmen Obaid-Chinoy (Ms. Marvel) assumirá a cadeira de direção do projeto, a partir de um roteiro desenvolvido por George Nolfi (O Ultimato Bourne), conduzindo os espectadores para eventos ambientados cerca de 10 anos após o Ep. IX (2019).
Devido aos últimos contratempos no desenvolvimento, a Disney retirou o longa-metragem de seu calendário de lançamentos.
A trilogia sequel completa, por sua vez, está disponível no streaming da Casa do Mickey.
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Fonte: X/Twitter.






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