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Uma queixa antiga dos usuários de streaming finalmente virou lei na Califórnia. O governador Gavin Newsom sancionou uma nova legislação que proíbe os serviços de aumentarem o volume do áudio durante os intervalos comerciais, uma prática que irrita espectadores há anos.

A medida visa acabar com os “sustos” causados pelo aumento repentino do som quando um anúncio interrompe um filme ou série, garantindo uma experiência de áudio mais consistente e agradável.

Em comunicado oficial, o governador explicou a motivação por trás da nova regra, que atende diretamente a um pedido popular dos consumidores.

“Ouvimos os californianos em alto e bom som, e o que está claro é que eles não querem comerciais com um volume mais alto do que o nível em que estavam aproveitando um programa anteriormente,” declarou Newsom.

A lei afeta todas as plataformas que operam com planos que incluem anúncios no estado, como Netflix, HBO Max, Disney+ e YouTube.

Tendência pode ser adotada em outros países

Plataformas de Streaming
Reprodução/Internet

Embora a medida seja nova para o mercado de streaming, ela segue os passos de uma legislação similar aplicada à TV a cabo e aberta nos Estados Unidos, a CALM Act de 2010. A nova lei californiana moderniza essa proteção ao consumidor, adaptando-a para a era digital.

Nas redes sociais, a notícia foi amplamente comemorada por usuários que relataram a frustração de ter o volume drasticamente alterado, especialmente ao assistir a conteúdos à noite ou ao usar fones de ouvido.

Como a Califórnia frequentemente lidera tendências regulatórias que são adotadas por outros estados e até mesmo globalmente, a expectativa é que essa nova regra possa influenciar os serviços de streaming a aplicarem uma política de volume padronizada em todas as suas operações, beneficiando usuários no mundo todo.

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