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Para o clímax da batalha final de Supergirl (2026), os fãs esperavam uma música agitada à lá “Call Me”, da banda Blondie. Mas, em vez disso, James Gunn optou pela balada melancólica de Kelty Greye, “The Middle”, tornando-se um verdadeiro ponto de conflito entre os espectadores.

Agora, dias após o lançamento do segundo filme da DC Studios nas telonas, Greye se pronunciou sobre a péssima recepção ao seu single na luta de Kara Zor-El contra as forças de Krem, dizendo o seguinte ao The Hollywood Reporter:

“Gravei esta no meu quarto entre aulas da universidade, em uma cabaninha que construí com cobertores. Como artista, tudo o que você deseja é que seu trabalho faça as pessoas sentirem algo. Então, acima de tudo, é uma honra ter criado algo que dá às pessoas um amplo espectro de sentimentos. Se você amou, odiou ou saiu da sessão sentindo algo, fico contente de te dar essa resposta emocional. [Quando vi as críticas] no começo, pareceu um pouco surreal. Eu só via meu nome aparecer em citações negativas e pensava: ‘Isso é loucura’. Mas, depois das primeiras 24 horas, eu conclui algo como, ‘Sabe de uma coisa? Legal. Qualquer sentimento que você tenha em relação a isso, está tudo bem.'”

Após a enxurrada de comentários negativos nas redes, o próprio diretor do filme, Craig Gillpespie, confirmou que Gunn foi o responsável pela escolha da música.

Com um orçamento de quase US$ 200 milhões (sem os custos de marketing), o longa-metragem só arrecadou um pouco mais de US$ 100 milhões em sua bilheteria mundial, e deve gerar um prejuízo de até US$ 120 milhões para a Warner Bros.

Atualmente em cartaz nos cinemas, Supergirl (2026) deve chegar às plataformas digitais em algum momento entre o final de julho e agosto. Milly Alcock assume o papel da heroína central.

A trama é baseada na HQ de Tom King, A Mulher do Amanhã, e acompanha a jornada de vingança espacial de Kara Zor-El contra Krem dos Montes Amarelos, mercenário responsável por deixar Krypto gravemente ferido.

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Fonte: The Hollywood Reporter.



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