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Tudo o que poderia dar errado com Supergirl (2026) deu. É oficial: a DC Studios enfrenta seu primeiro grande fracasso e terá de lidar com uma crise logo durante as filmagens de Homem do Amanhã (2027). O lado positivo — se é que existe algum — é que essa catástrofe não ocorreu com uma propriedade principal do estúdio. Ainda assim, a nota no CinemaScore é até pior que a de produções controversas, como The Flash (2023) e Lanterna Verde (2011).
O longa dirigido por Craig Gillespie (Cruella) recebeu um B- da plataforma que reúne as reações do público norte-americano. Citados na introdução, The Flash e Lanterna Verde receberam um B.

Em tese, um B- não deveria ser considerado uma catástrofe. Na prática, contudo, para blockbusters voltados ao grande público, qualquer nota abaixo de A- é preocupante, pois significa que o boca a boca será fraco. No caso de Supergirl, está claro que ele será inexistente. O filme deve perder o fôlego logo na primeira semana e terá dificuldade em ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões em bilheteria total.
Supergirl já está em exibição nos cinemas brasileiros. No longa, o público acompanha Kara Zor-El em uma jornada cósmica para salvar Krypto, seu cachorro de estimação.