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A pré-venda de ingressos de Supergirl já começou nos Estados Unidos, e as primeiras horas foram surpreendentemente positivas.
O desempenho está superior ao de Thunderbolts*, lançado pela Marvel Studios no ano passado, com relatos de que em determinados territórios Supergirl já atingiu 50% dos números registrados por Superman, de James Gunn.
Alguns internautas chegaram a relatar instabilidade em aplicativos de compras de ingressos assim que a pré-venda começou.
As projeções iniciais de bilheteria, assumidamente mais especulativas, apontavam para uma estreia entre US$ 35 milhões e US$ 65 milhões, mas se o ritmo continuar positivo, Supergirl pode muito bem estrear com mais de US$ 70 milhões em seu lançamento nos Estados Unidos ou até mesmo sonhar com números na casa dos US$ 80 milhões, em caso de uma ótima recepção.
As projeções oficiais devem surgir nesta quinta-feira (4), assim que tiver sido concluído um ciclo de 24 horas desde o começo da pré-venda de ingressos, o que deve ajudar a calibrar as expectativas de quanto Supergirl arrecadará em seu fim de semana de estreia.
Mas, por ora, há motivo para otimismo para a nova produção da DC Studios.
Supergirl supostamente custou cerca de US$ 175 milhões, mas a Warner Bros. ainda não confirmou esse orçamento.
Ao contrário de versões anteriores mais otimistas, a produção adota um tom mais sombrio, maduro e visceral. A trama acompanha Kara Zor-El (Milly Alcock) lidando com os traumas reais da destruição de seu planeta natal, Krypton. Ela embarca em uma caçada espacial ao lado da jovem alienígena Ruthye (Eve Ridley) para se vingar do mercenário Krem (Matthias Schoenaerts), que assassinou o pai da garota e envenenou Krypto, o Super-Cão.
O elenco também conta com Jason Momoa, ex-Aquaman, como o anti-herói Lobo, bem como uma participação especial de David Corenswet como o Superman.
Craig Gillespie (Cruella) é o diretor, com a iniciante Ana Nogueira como roteirista.
Supergirl chegará aos cinemas do Brasil em 25 de junho.






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