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Já tem algum tempo que sabe-se da escalação de Sean Gunn como Maxwell Lord no DCU, mas, até então, ninguém sabe ao certo se ele estará no elenco de Superman (2025), como indicam as fotos de bastidores da produção.

Bem, Sean ao menos já fala abertamente sobre a importância que seu personagem terá no universo compartilhado em construção por seu irmão, James Gunn.

Conversando com o Wrap na FanExpo Chicago nesta sexta-feira (16), o ator disse que construiu sua versão do personagem a partir de muitas conversas com seu irmão, e análises de materiais dos quadrinhos.

Segundo Sean, sua versão de Maxwell Lord não será sequer parecida com nenhuma outra versão apresentada no live-action. A ideia é seguir algo próximo da versão original apresentada na Liga da Justiça Internacional, de Keith Giffen, J.M. DeMatteis e Kevin Maguire.

Não posso falar muito sobre isso. Posso dizer que meu irmão James e eu discutimos quais materiais de referência dos quadrinhos foram relevantes para o meu processo“, disse Sean, acrescentando: “adoro compor minha própria música“.

Não nos baseamos nas performances live-action do personagem. Tudo vem de materiais escritos com coisas que achamos que estamos procurando.“, completou o ator.

Portanto, podemos esperar Maxwell Lord como um dono de uma poderosa corporação multinacional que, dentre tantos ramos, investe em um grupo corporativo de super-heróis. Pode-se esperar também alguma perseguição por tecnologia, uma vez que o projeto OMAC é um elemento importante ligado ao personagem nos quadrinhos.

As outras versões live-action do personagem foram interpretadas por Pedro Pascal em Mulher-Maravilha 1984 (2020), e Peter Facinelli na série Supergirl da CW.

Com direção e roteiro de James Gunn (Guardiões da Galáxia), Superman está agendado para 11 de julho de 2025. Na data, ou talvez um pouco antes, descobriremos se Sean de fato está no filme.

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A trama se concentrará no herói tentando equilibrar sua herança kryptoniana com a educação humana, sendo a personificação da verdade e da justiça, além da bondade em um mundo que pensa que isso é antiquado.

Fonte: The Wrap