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Mais de um ano depois do polêmico cancelamento de The Acolyte, Leslye Headland, criadora da série, relembra como tentou se aproximar de uma linha de pensamento semelhante à de George Lucas, a mente por trás da criação de Star Wars.

Concedendo uma entrevista para o Gold Derby, a cineasta voltou aos seus dias de desenvolvimento do show, afirmando que adotou uma “filosofia” presente durante toda a pré-produção do projeto.

“O que George Lucas faria? Esse era nosso princípio orientador durante o desenvolvimento. As coisas que realmente o inspiraram, além de seu amor por ficção científica, foram documentários sobre corridas. […] Eu esperava entrar nisso e fazer algo que não parecesse Star Wars.”

A showrunner também aponta qual foi a maior diferença da série diante das demais produções para o streaming da saga.

“Filmamos com cenários totalmente realistas, algo que as outras séries da saga não fizeram. Eles produzem alguns cenários realísticos, mas depois partem para a tela verde. Quase tudo que você vê no nosso show é real. Precisava parecer real para os atores.”

Cancelada após uma única temporada, The Acolyte tem todos seus episódios disponíveis no catálogo do Disney+.

É possível que a série seja salva?

Apesar de planos pré-definidos para temporadas futuras e dados que comprovam a grande audiência do show, é improvável que o streaming “salve” a produção e lance uma 2ª temporada.

Segundo a própria Disney, o maior problema envolvendo a continuidade de The Acolyte está atrelado ao seu grande custo de produção, com o estúdio desembolsando mais de US$ 220 milhões apenas na primeira temporada.

Para efeito de comparação, uma temporada de The Mandalorian tem um investimento avaliado em US$ 120 milhões, enquanto outras séries como Ahsoka, apresentam um orçamento de US$ 100 milhões.

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Fonte: Gold Derby.