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Dirigido pelo aclamado Hayao Miyazaki, The Boy and the Heron (O Menino e a Garça, em tradução livre) recebeu a certificação Fresh no Rotten Tomatoes, com 98% de aprovação.

O consenso do site diz, “Explorando temas instigantes através de uma lente lindamente animada, The Boy and the Heron é outra obra-prima de Miyazaki.”

Sua nota média, enquanto isso, ficou em 8,6/10.

O co-fundador e vice-presidente do Studio GhibliToshio Suzuki, que também atuou como produtor do longa, foi o responsável pela ideia de não haver marketing antes do lançamento.

Suzuki afirmou que sua intenção era resgatar a época quando se ia no cinema sem se saber muito sobre o filme, ao contrário dos tempos atuais com excesso de informação. Ele ainda disse estar empolgado para surpreender os fãs.

Miyazaki chegou a demonstrar receio sobre essa estratégia, mas decidiu confiar em Suzuki. No fim, deu tudo certo. A produção arrecadou US$ 13,2 milhões no primeiro fim de semana, tornando-se a maior estreia da história do estúdio, batendo o recorde de A Viagem de Chihiro.

Não há previsão de estreia no Brasil.

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Anteriormente, estava sendo provisoriamente chamado de How Do You Live?, que é a tradução literal do original em japonês (Kimi-tachi wa Dō Ikiru ka), além do título que inspirou a trama.

O ator Soma Santoki, de 18 anos, dá voz a Mahito na versão original. Takeshi Honda (Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar, Rebuild of Evangelion) é o diretor de animação.

Kenshi Yonezu, conhecido pelos temas de abertura de Chainsaw Man e My Hero Academia, compôs a música-tema “Chikyūgi” (Globo).

O compositor Joe Hisaishi, conhecido por sua histórica colaboração com Miyazaki e o estúdio, foi responsável pela trilha musical.

Do que se trata a história?

Um jovem garoto chamado Mahito, em luto por sua mãe, se aventura em um mundo compartilhado por vivos e mortos. Lá, a morte chega ao fim e a vida encontra um novo começo. Uma fantasia semiautobiográfica sobre vida, morte e criação, em tributo a amizade, da mente de Hayao Miyazaki.

A trama do filme é inspirada no romance de Genzaburō Yoshino, publicado no Japão em 1937.



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