Desde junho de 2020, quando disparou um tweet acusando Joss Whedon de conduta “grosseira, abusiva, não profissional e completamente inaceitável” no set da Liga da Justiça, Ray Fisher vem usando as redes sociais e uma série de entrevistas para lançar sérias acusações sobre comportamentos inadequados do diretor sendo acobertados pela Warner Bros.
Agora, em um artigo publicado pelo site norte-americano The Hollywood Reporter, Fisher abriu o jogo sobre novos problemas que teve com executivos do estúdio, incluindo a situação que culminou no seu corte do filme The Flash.
Esperava-se que Fisher desempenhasse, como Cyborg, um papel de importância como coadjuvante no filme The Flash. Em junho de 2020, o astro disse que recebeu uma ligação do diretor Andy Muschietti contando sobre os planos para seu personagem.
No entanto, as coisas mudaram quando a Warner decidiu que o ator teria apenas duas semanas de gravação como uma “participação especial”, oferecendo apenas uma fração do salário que ele receberia. Por fim, o estúdio removeu Cyborg do filme.
The Flash chegará aos cinemas em 4 de novembro de 2022, dirigido por Andy Muschietti (IT: A Coisa) e roteirizado por Christina Hodson (Bumblebee).
O elenco terá Ezra Miller como Barry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Sasha Calle como Supergirl, Ron Livingston (Um Milhão de Coisas) como Henry Allen, Maribel Verdú (E Sua Mãe Também) como Nora Allen, além de Ben Affleck e Michael Keaton como suas respectivas versões do Batman.