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Criadores de The Last of Us na HBO, Craig Mazin e Neil Druckmann explicaram por que outras adaptações de jogos eletrônicos falharam.

Algumas propriedades conseguiram “quebrar a maldição” nos últimos anos, especialmente Pokémon: Detective Pikachu e SONIC: O Filme, algo notado pela dupla.

“DOOM: A Porta do Inferno é um exemplo perfeito de algo que você realmente não precisa adaptar (idêntico ao jogo). Não há nada lá que você não possa gerar por conta própria. Ao mesmo tempo, se tudo o que absorver da propriedade é seu título para fins de marketing, então é a receita do desastre, porque os fãs vão reagir tipo, ‘Onde estão as coisas que conhecemos?’ A partir disso, você está em apuros.”

Explicaram ao The New Yorker.

Não à toa, Mazin e Druckmann buscaram um equilíbrio no desenvolvimento, com conteúdo nunca visto antes pelo público, se aproveitando especialmente de ideias descartadas do jogo original.

A série está agendada para 15 de janeiro de 2023, com um total de nove episódios na primeira temporada.

Sabemos que a exibição acontecerá semanalmente, aos domingos, sempre às 22h-23h. Trata-se da mesma estratégia adotada com A Casa do Dragão.

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Além de Pascal e Ramsey, também teremos Gabriel Luna (O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio) como Tommy Miller, Anna Torv (Mindhunter) como Tess, Merle Dandridge (The Flight Attendant) como Marlene, Storm Reid (Euphoria) como Riley e Nick Offerman (Pam & Tommy) como Bill.

Vale lembrar que Troy Baker e Ashley Johnson, intérpretes dos protagonistas nos jogos, terão papéis importantes na primeira temporada.

Do que se trata a história da série?

The Last of Us acompanha um contrabandista chamado Joel (Pedro Pascal), que é contratado para levar Ellie (Bella Ramsey), uma menina de 14 anos de uma zona opressiva de quarentena, até um local seguro. O que começa como um trabalho qualquer logo se torna uma jornada brutal e comovente, pois ambos precisam atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.



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