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O diretor do 3º episódio de The Last of Us, Peter Hoar, afirmou em entrevista recente que, apesar de compreender o apelo emocional do relacionamento entre Bill e Frank, não foi sua intenção fazer o público chorar.

Em entrevista ao Deadline, Hoar afirmou que sabia que o episódio tratava de um tema delicado e emocional, mas que não imaginava que “Long, Long Time” teria uma reação tão visceral do público.

Confira o que Peter Hoar declarou abaixo:

“Eu certamente não pretendia contar uma história que faria o mundo chorar incontrolavelmente, mas contei”, disse Hoar. “Houve uma nota que eu dei a Murray [Bartlett, que interpreta Frank]. Eu disse, talvez esta seja a cena em que não choramos.” 

“Era impossível porque Bill era tão apaixonado e no momento dizendo a seu amor Frank que ele era seu propósito. E Murray estava meio que, ‘Eu não posso fazer isso. Olhe para ele, eu não posso fazer isso. Ele é tão bonito e humano que eu simplesmente não consigo segurar.’ Então, minha nota foi redundante! Estou lá para fazer as pessoas sentirem alguma coisa.”

Leia mais sobre The Last of Us:

The Last of Us teve nove episódios na primeira temporada, e todos estão disponíveis no catálogo da HBO Max. A série recebeu aclamação de crítica e público.

Craig Mazin (Chernobyl) e o criador da franquia na Naughty DogNeil Druckmann, são roteiristas e produtores.

Além de Pedro Pascal (The Mandalorian) e Bella Ramsey (Game of Thrones), também teremos Gabriel Luna (O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio) como Tommy Miller, Anna Torv (Mindhunter) como Tess, Merle Dandridge (The Flight Attendant) como Marlene, Storm Reid (Euphoria) como Riley e Nick Offerman (Pam & Tommy) como Bill.

Troy Baker e Ashley Johnson, intérpretes dos protagonistas nos jogos, terão papéis importantes na primeira temporada.

Do que se trata a história da série?

The Last of Us acompanha um contrabandista chamado Joel (Pedro Pascal), que é contratado para levar Ellie (Bella Ramsey), uma menina de 14 anos de uma zona opressiva de quarentena, até um local seguro. O que começa como um trabalho qualquer logo se torna uma jornada brutal e comovente, pois ambos precisam atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.