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Em entrevista com o Deadline, Tom Rothman, chefe da Sony, comentou sobre a decisão de Quentin Tarantino de descartar The Movie Critic, que teria sido o seu último filme.

A Sony era um dos principais estúdios cotados para adquirir o projeto.

“Eu apenas diria isso. Tenho um respeito imenso por Quentin, ele é um verdadeiro artista e sua arte é mais importante para ele do que qualquer outra coisa. Eu respeito isso. E acho que ele está muito, muito determinado que seu décimo filme seja seu último longa-metragem. Tenho certeza que ele fará muitas e muitas coisas vibrantes e criativas, porque ele é uma fonte absoluta de criatividade, mas ele quer que seu último filme seja significativo para ele. E o que você vai dizer a isso? Vai fundo, cara! Então, sim, acho que ficará conhecido como… assim como Kubrick e muitos grandes diretores tiveram… como talvez um dos melhores filmes que o mundo nunca verá. Estou muito consolado pela certeza absoluta de que qualquer filme que ele decida fazer como seu último será, de fato, ainda melhor.”

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Na primeira versão do roteiro, The Movie Critic acompanharia um crítico de cinema que realmente existe/existiu, e não poderia ter seu nome real revelado.

A história se passaria no ano de 1977 e, ao contrário da maioria das produções de Tarantino, não teria vingança como seu tema central.

Fonte: Deadline



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