
A violência tem sido uma prática muito comum em The Walking Dead desde seus primeiros episódios. Quando a 7ª temporada estreou, o assunto passou a ser frequentemente discutido, afinal Negan destroçou os crânios de Glenn e Abraham com sua doce “Lucille“.
No final do primeiro episódio, as avaliações de The Walking Dead caíram ladeira abaixo, enquanto a discussões sobre a violência presenciada aumentavam.
O ator Joshua Hoover que interpretou “Fat Joey” assassinado por Daryl, revelou que a primeira filmagem feita da morte de seu personagem foi muito mais extrema que a apresentada na TV. Logo depois veio a declaração da produtora executiva Gale Anne Hurd, que disse em uma conferência que o teor de violência estava sendo diminuído após a repercussão negativa do primeiro episódio. O produtor executivo Greg Nicotero negou firmemente a afirmação da produtora e disse que é a favor da violência no show.
Durante o final de semana, Nicotero foi questionado mais uma vez sobre o assunto em um painel a bordo do cruzeiro Walker Stalker 2017:
“Houveram algumas discussões sobre o fato de que nós estaríamos aumentando a violência na série, que por sinal dei uma entrevista passada dizendo: Por que nós fizemos isso? É um mundo brutal, nossos personagens vivem neste mundo que é brutal, é disso que se trata, qual é o problema?”, disse Nicotero.
O produtor ainda completou: “Olha, eu vou te dizer isso, sendo a pessoa que cria toda a violência, há uma visão específica para The Walking Dead e o fato de que nós vivemos neste mundo que é horrível e brutal influência diretamente no que estamos fazendo.”
Nicotero demonstra um grande orgulho pelas cenas brutais exibidas na série. Muitos fãs provavelmente concordam com a sua posição, e que a brutalidade faz parte da história contada.
A segunda parte da 7ª temporada de The Walking Dead retorna este domingo ao AMC.





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