As primeiras críticas de The Witcher: A Origem foram reveladas, decepcionando os fãs que tanto aguardaram pela série derivada.
Para começo de história, o CBR destacou que a série “se desvia do material de origem e é incapaz de justificar a sua existência, apesar dos melhores esforços de seu elenco talentoso.“
Enquanto ao falar sobre os protagonistas da série, Eile, Fjall e Scian, Tom Power, do TechRadar, afirmou que “é difícil se importar com eles quando suas histórias de fundo são reduzidas a comentários passageiros, feitos durante conversas entre o trio.”
Muito decepcionado, Bradley Russell, da GamesRadar+, relatou em sua crítica que “The Witcher: A Origem está repleta de potencial e talento desperdiçado em sua curta temporada de quatro episódios.“
Andrew Webster, do The Verge, observou que a série talvez se saísse melhor se tivesse mais episódios, pois “com um elenco tão grande, um curto tempo de execução de quatro episódios parece muito pouco.”
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Ambientada no mundo élfico 1200 anos antes do universo de The Witcher: A Origem contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.
Sophia Brown como Éile, Laurence O’Fuarain como Fjall e Michelle Yeoh como Scian são os protagonistas.
Sua estreia está agendada para 25 de dezembro.






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