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Embora The Witcher tenha sido um enorme sucesso para a Netflix, principalmente com o público, há um elemento que não foi bem recebido: sua estrutura narrativa.

A série trabalha com três linhas temporais diferentes, que vão convergindo até chegarmos nos último episódio. Apesar de uma forma bem criativa de amarrar as diferentes tramas, o artifício não foi muito bem recebido pelos espectadores, que acabaram achando tudo desnecessariamente confuso.

Porém, respondendo perguntas de fãs no Reddit, a showrunner Lauren S. Hissrish confirmou que isso não será mais utilizado na segunda temporada:

“A estrutura narrativa foi criada assim para que pudéssemos contar as histórias curtas de Geralt (que são a fundação do mundo inteiro de The Witcher, na minha opinião), ao mesmo tempo em que Ciri e Yennefer também poderiam fazer parte da ação. Elas não são histórias que acontecem simultaneamente, então sabíamos que precisávamos brincar um pouco com o tempo, o que definitivamente mudará na segunda temporada, pois as histórias começaram a convergir.

Honestamente? Eu não esperava que essa fosse uma das partes mais controversas da série. Eu ouvi muitas pessoas dizendo: ‘Eu não me dei conta disso até o episódio 4!’ – que é exatamente quando esperávamos que as pessoas percebessem. Eu acho que é uma questão de escolha pessoal. Eu gosto de filmes com estruturas que tenho que descobrir enquanto assisto – outras pessoas podem não gostar. Nesse caso, as pessoas que odiaram estão com sorte, porque a segunda temporada está estruturada de maneira diferente.”

The Witcher gira em torno do bruxo Geralt (Henry Cavill), um caçador de monstros que se livra de enormes pestes por um bom dinheiro. Mutante, ele luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas frequentemente se mostram mais cruéis do que as criaturas que ele enfrenta.

A primeira temporada já está disponível na Netflix.



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