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O supervisor de efeitos especiais de “The Witcher“, Julian Parry, concedeu entrevista ao SFX e comentou sobre a abordagem da série. Ao que parece, não teremos algo muito do lado da fantasia.

“Definitivamente a série segue mais pelo caminho do horror. Posso dizer de forma honesta que não é fantasiosa. Quer dizer, existe esse elemento de fantasia, mas dentro do gênero de horror. Por exemplo, Striga tem um visual realmente assustador. Está longe de ser algo bonito.”

Na obra, Striga é uma mulher que após ser amaldiçoada acaba se tornando uma terrível criatura.

A trama de The Witcher gira em torno do bruxo Geralt (Henry Cavill), um caçador de monstros que se livra de enormes pestes por um bom dinheiro. Mutante, ele luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas frequentemente se mostram mais cruéis do que as criaturas que ele enfrenta. O bruxo também tem uma filha adotiva, a Ciri, personagem importante nos livros e jogos que também atua como uma guerreira e feiticeira.

Andrzej Sapkowski, autor das obras originais, vai atuar como consultor de roteiro. Tomasz Bagiński, que dirigiu os vídeos de apresentação dos três jogos da série de videogames, vai dirigir pelo menos um episódio da temporada de estreia.

The Witcher estreia na Netflix em 20 de dezembro.



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