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Colaborador da Marvel Studios, Jonay Bacallado compartilhou a arte conceitual da jovem Frigga e o bebê Odinson em Thor: Amor e Trovão.

A diferença mais significativa entre esse desenho original e a versão do longa-metragem é a inclusão do cabelo tradicional do herói.

Para quem não sabe, a esposa de Odin foi interpretada por Chanique Greyling na breve cena.

Com US$ 737 milhões arrecadados, Amor e Trovão é o segundo maior comercial da franquia, tendo ultrapassado Thor: O Mundo Sombrio, que fez US$ 644 milhões.

A liderança, por outro lado, permanece com Thor: Ragnarok, que fez US$ 853 milhões.

Ao mesmo tempo, esse filme tem a segunda pior avaliação do Universo Cinematográfico Marvel, aparecendo com apenas 65% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Ou seja, fica atrás apenas de Eternos com 47%, único do MCU com selo de “tomate podre”.

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O novo filme encontra Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo o que já enfrentou – uma busca por autodescoberta. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses.

Para combater a ameaça, Thor conta com a ajuda de Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman), que – para surpresa de Thor – está empunhando seu antigo martelo, Mjölnir, como a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma aventura cósmica angustiante para descobrir o mistério da vingança de Gorr, e pará-lo antes que seja tarde demais.