Tim Burton ficou mundialmente conhecido por Batman de 1989, e graças ao tom gótico e sombrio característico do diretor, a franquia sofreu uma transformação importante, abandonando definitivamente a versão mais leve e cômica de Adam West.
Durante entrevista ao Deadline, Burton foi questionado sobre a evolução dos filmes desde então.
“O engraçado agora é que sempre me perguntam: ‘O que você acha do novo Batman?’ e eu começo a rir e chorar porque volto para uma cápsula do tempo, onde praticamente todos os dias, as pessoas do estúdio ficavam dizendo: ‘Está muito sombrio! Está muito sombrio!’ Atualmente, isso parece apenas uma brincadeira leve.”
Nesse momento, Burton está promovendo a estreia de Wandinha na Netflix.
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Batman, dirigido por Matt Reeves, arrecadou US$ 770 milhões ao redor do mundo, e dados do Samba TV confirmam também se trata do segundo maior lançamento da HBO Max na América do Norte, ao atrair 4,1 milhões de espectadores entre 18 e 24 de abril.
Para efeito de comparação, O Esquadrão Suicida atraiu 3,5 milhões de espectadores, enquanto Mulher Maravilha 1984 conseguiu 3,2 milhões. Ambos receberam lançamentos híbridos.
Do que se trata a história?
O filme traz a perseguição do Batman ao Charada, responsável por maquinações sádicas e um rastro de pistas enigmáticas em Gotham, tomada pela corrupção e violência. Nisso, o herói precisará forjar novas alianças e trazer a justiça de volta à cidade.
Dois anos perseguindo as ruas como Batman, causando medo nos corações dos criminosos, levaram Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth e o tenente James Gordon – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o vigilante solitário se estabeleceu como a única personificação da vingança entre os seus caros cidadãos.






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