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A franquia Mad Max é um marco na história do cinema e, aproveitando que Furiosa (2024) está em exibição, resolvi listar os filmes do pior para o melhor neste artigo, de acordo com minha opinião. Confira a lista:

5º – Mad Max: Além da Cúpula do Trovão (1985)

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Reprodução/Warner Bros. Pictures

Único da lista que não é um bom filme, Além da Cúpula do Trovão (1985) foi um apelo desnecessário da franquia ao pop, que resultou em um material completamente desinteressante que nem parece fazer parte da franquia Mad Max.

Grande fã do cinema de gênero, Quentin Tarantino (Pulp Fiction) defende que os anos 80 foram a pior era da história de Hollywood ao lado dos anos 50. Bem, acho uma opinião exagerada, mas consigo enxergar que claramente houve uma suavização de tom nos blockbusters da época e isso influenciou no péssimo resultado de Além da Cúpula do Trovão (1985).

O filme é uma tentativa de “atualizar” a franquia para o que estava sendo feito na época. A grande questão é que, Mad Max não tem nada a ver com aquilo e perdeu muito de sua essência nessa aposta.

4º – Mad Max (1979)

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Reprodução/Warner Bros. Pictures

Com menos de US$ 400 mil dólares, George Miller fez acontecer e apresentou suas credenciais para o mundo, mostrando o projeto do que veio a se tornar uma das franquias de ação mais importantes da história do cinema.

O mundo ainda não virou poeira e sal em Mad Max (1979), mas as cenas alucinantes de perseguição e a narrativa guiada pelo instinto humano mais primitivo, a sobrevivência, já são elementos presentes.

O primeiro longa é um dos que menos impressiona na franquia, mas se tratando de algo feito na década de 70 com um orçamento limitadíssimo, é, sem dúvidas, um marco para o cinema de ação.

3º – Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024)

Reprodução/Warner Bros. Pictures

Abastecido por ódio e vingança, Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024) encontra força na relação entre a personagem-título e Dementus, um vilão moldado pelo desengano da perda de esperança, cujo único princípio que segue é o de sua própria sobrevivência.

O longa mais recente da franquia é uma espécie de Lado B (B-Side) de disco para Mad Max: Estrada da Fúria (2015), e serve como um rico complemento para essa que é uma das grandes obras-primas de George Miller.

Proporcionando um verdadeiro espetáculo visual, Furiosa (2024) é ainda uma atualização poderosa para o cinema de ação, feita por alguém que ama genuinamente o cinema de gênero, e deixará esse amor como legado para jovens cineastas.

2º – Mad Max 2: A Caçada Continua (1981)

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Reprodução/Warner Bros. Pictures

Por muitos anos e para alguns até atualmente considerada a grande obra-prima de George Miller, Mad Max 2: A Caçada Continua (1981) é um profundo estudo sobre a brutal natureza humana e sua capacidade de se adaptar ao caos.

Se o filme de 1979 já tinha algum tom do cenário apocalíptico que existia na cabeça do Miller, a sequência de orçamento significativamente maior (US$ 3,3 milhões) representa sua visão completa.

Como citado anteriormente, há quem discuta que a Hollywood dos anos 80 empobreceu demais os filmes de ação após a subversiva década de 70 o que concordo em parte. Mad Max 2 (1981), no entanto, é um dos foge dessa crítica e é reconhecido até hoje como uma das melhores obras do gênero.

Repleto de cenas icônicas e brutalmente violentas, o filme segue tendo muita eficácia em causar tensão e impressionar o púbico de uma maneira que poucos filmes conseguiram replicar desde então.

1º – Mad Max: Estrada da Fúria (2015)

Tom Hardy como Mad Max
Reprodução/Warner Bros. Pictures

Mad Max: Estrada da Fúria (2015) é o principal filme de ação de Hollywood no século XXI, e um dos mais impressionantes da história do gênero.

O filme é transpiração pura e marcou a todos que tiveram o privilégio de assisti-lo nos cinemas com seu ritmo inquietante.

Entretanto, o destaque não se dá apenas pelas sequências de ação ou por como Miller atualiza seu mundo apocalíptico. O longa também passa uma forte mensagem sobre persistência, quando mostra Furiosa escolhendo virar a página e encarar seus problemas, ao abraçar o desengano da perda de esperança e fugir deles em uma luta por sobrevivência fadada ao fracasso.

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