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Quando a revista Vibe publicou um artigo do jornalista Ken Li sobre corridas de rua em Nova York, em maio de 1998, ninguém poderia imaginar que isso nos levaria até Velozes e Furiosos 10, que chega aos cinemas em 18 maio de 2023.

É impossível uma franquia durar tanto tempo quanto a duração de uma vida sem que seja interessante para o público, e Velozes e Furiosos pode ter inúmeros defeitos, porém, entrega um bom nível de entretenimento em quase todos seus filmes.

Aproveitando que a franquia está prestes a iniciar sua conclusão, este artigo tem como missão ranquear – com a opinião do autor – todos os filmes até Velozes e Furiosos 9, do pior para o melhor. Confira:

10º – Velozes e Furiosos 9 (2021)

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Reprodução/Universal Pictures

O fato de este filme levar a franquia para o espaço pela primeira vez tem muito mais a dizer metaforicamente do que narrativamente, afinal, narrativa está longe de ser uma qualidade de Velozes e Furiosos 9 (2021).

Sem dúvidas o pior da franquia, o filme de 2019 abusa de maneira inacreditável da boa vontade do público, que por duas horas e quinze minutos é obrigado a acompanhar uma história sem qualquer sentido que nem divertida é.

Mas nem tudo é ruim, as cenas de ação – como de costume – são ótimas.

9º – Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (2019)

Reprodução/Universal Pictures

Compartilhando da loucura de Velozes e Furiosos 9 (2021), Hobbs & Shaw (2019) sequer parece um filme da franquia devido aos temas que aborda.

Uma tentativa clara de Dwayne Johnson de tomar para si uma fatia do bolo, que outrora foi tomado por inteiro por Vin Diesel, o primeiro e único filme derivado da franquia diverte bastante apesar de suas loucuras, como seu vilão com superpoderes interpretado por Idris Elba.

No fim das contas, Hobbs & Shaw (2019) está mais próximo de um surpreendente culto ao absurdo, do que do inacreditável de ruim de Velozes e Furiosos 9 (2021)

8º – Velozes e Furiosos 4 (2009)

Reprodução/Universal Pictures

Velozes e Furiosos 4 (2009) se sustenta em 8º na lista por conta de seu valor nostálgico, pois foi um filme marcante para os fãs que não imaginavam ver Brian e Dom juntos novamente.

Sem saber ao certo que tipo de história queria contar, o filme não conseguiu ser tão divertido quanto os fãs esperavam, e se tornou sem dúvidas o mais “chato” da franquia.

Porém, tem um papel importante na virada de chave temática de Velozes e Furiosos e isso tem que ser reconhecido.

7º – Mais Velozes e Mais Furiosos (2003)

Reprodução/Universal Pictures

Mais Velozes e Mais Furiosos (2003) certamente tem um dos roteiros mais sem sentido de toda a franquia, mesmo assim, consegue ser um dos mais divertidos e engraçados.

A introdução de Tyrese Gibson e sua excelente química – jamais repetida na franquia – com Paul Walker são destaques.

6º – Velozes e Furiosos 8 (2017)

Reprodução/Universal Pictures

Anticlimático devido o sentimento de encerramento de Velozes e Furiosos 7 (2015), o oitavo filme da franquia encontra seu valor na introdução de Cipher como vilã.

Sai muito da “casinha“, é verdade, mas Charlize Theron faz isso ser ignorado com facilidade com sua performance arrasadora no papel.

5º – Velozes e Furiosos 6 (2013)

Reprodução/Universal Pictures

Primeiro filme da franquia em que a família Toretto passou a trabalhar como um time de espiões globais, Velozes e Furiosos 6 (2013) foi também o primeiro a tonar a “suspensão da descrença” algo obrigatório para o público.

Tem momentos que parece realmente inacreditável, mas faz parte do jogo.

4º – Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Reprodução/Universal Pictures

Filme que mais se aproxima do conceito apresentado no artigo de Ken Li para a Vibe, Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006) foi um ótimo respiro para a franquia, que pareceu ter sido abandonada após Mais Velozes e Mais Furiosos (2003).

Seus eventos quase isolados tornam o filme único em comparação aos outros, que sempre buscam se sustentar com tramas paralelas às corridas de rua.

Desafio em Tóquio é completamente corrida de rua!

3º – Velozes e Furiosos (2001)

Reprodução/Universal Pictures

Claramente inspirado em Caçadores de Emoção (1991), Velozes e Furiosos (2001) foi um marco no início dos anos 2000.

Se a franquia está chegando a marca de 10 filmes, tudo se deve ao longa de 2001, que apresentou todos os conceitos que viriam a ser espremidos até o limite posteriormente.

Você que chegou até aqui neste artigo com certeza já assistiu a este filme mais de 5 vezes na sua vida.

2º – Velozes e Furiosos 5: Operação Rio (2011)

Reprodução/Universal Pictures

Velozes e Furiosos 5: Operação Rio (2011) foi uma espécie de Vingadores: Guerra Infinita para a franquia, na época de seu lançamento.

Foi a primeira vez que todos os personagens importantes atuaram juntos, em uma grande culminação dos eventos dos filmes anteriores.

Por mais que Chris Morgan, Gary Scott Thompson e Justin Lin tenham tido dificuldade para dividir o tempo de tela dos personagens, foi realmente gratificante ver cada um deles tendo influência no grande assalto da trama.

Infelizmente, o efeito “épico” de Velozes e Furiosos 5 acabou se perdendo devido a decisão de repetir o elenco em todos os filmes posteriores da franquia.

1º – Velozes e Furiosos 7 (2015)

Reprodução/Universal Pictures

Marcado por problemas de produção causados pela morte de Paul Walker durante as filmagens, Velozes e Furiosos 7 (2015) atingiu o limite da franquia em uma história magistralmente conduzida por James Wan.

Este merecia ser o último capítulo da saga da Família Toretto, porém, Hollywood jamais permitira que uma franquia encerrasse no seu filme de maior arrecadação.

Leia mais sobre Velozes e Furiosos:

Ao longo de muitas missões e contra probabilidades impossíveis, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família foram mais espertos, e mais rápidos, do que todos os inimigos em seu caminho. Agora, precisarão enfrentar uma ameaça terrível, emergindo das sombras do passado, alimentada por uma vingança de sangue e determinada a destruir esta família e tudo – e todos – que Dom ama, para sempre.

Em Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, Dom e sua equipe derrotaram o nefasto traficante brasileiro Hernan Reyes e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que não sabiam era que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa), testemunhou tudo e passou os últimos doze anos arquitetando um plano para fazê-los pagar o preço final.

A trama de Dante espalhará a família de Dom de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil à Londres e de Portugal à Antártida.

Novos aliados serão forjados e velhos inimigos ressurgirão. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de 8 anos (Leo Abelo Perry) é o alvo final da vingança de Dante.

Sabemos que Brie Larson (Capitã Marvel), Jason Momoa (Aquaman), Daniela Melchior (O Esquadrão Suicida) e Alan Ritchson (Reacher) estão entrando para a franquia.

Louis Leterrier (Truque de Mestre, Carga Explosiva) será o diretor do longa, substituindo Justin Lin.