A Marinha dos EUA permitiu acesso aos jatos F/A-18 Super Hornets para Top Gun: Maverick, mas a produção teve que pagar um preço alto.
Em um relatório recente da Bloomberg, foi revelado que a Paramount Pictures pagou US$ 11.374 por hora que pudesse gravar cenas com as aeronaves.
Glen Roberts, o chefe do escritório de mídia de entretenimento do Pentágono, disse que a regulamentação proíbe pessoal não militar de controlar um ativo do Departamento de Defesa.
Cruise insistiu que todos os atores retratando pilotos voassem em um dos caças construídos pela Boeing, para que pudessem entender como é ser um piloto operando sob a pressão de imensas forças gravitacionais.
Os atores montaram atrás dos pilotos do F/A-18 depois de completarem o treinamento necessário sobre como ejetar do avião em caso de emergência e como sobreviver no mar.
Além disso, é claro, Tom Cruise foi o único a realmente pilotar um dos jatos para gravar suas cenas. A Marinha concedeu um acesso especial para o ator, que possui “carteira de habilitação” para aeronaves.
VEJA MAIS
- Siga o O Vício no Google Notícias e não perca nada sobre Cultura Pop!
- Top Gun: Maverick quebra recordes de pré-estreia nos EUA
- Top Gun: Maverick tem aprovação quase perfeita do público no Rotten
Após trinta anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) se torna um destemido piloto de teste, evitando um avanço no ranking. Mas, quando se encontra treinando um destacamento de graduados da Top Gun para uma missão especializada, Maverick conhece o Tenente Bradley Bradshaw (Miles Teller), filho do falecido amigo de Maverick, Nick Bradshaw, também conhecido como Goose. Enfrentando um futuro incerto e fantasmas de seu passado, Maverick é atraído para um confronto com seus próprios medos mais profundos, culminando em uma missão que exige o sacrifício final daqueles que serão escolhidos.
Top Gun: Maverick já em exibição nos cinemas brasileiros.






Comentários