Editor de Top Gun: Maverick, Eddie Hamilton confirmou que aproximadamente 814 horas de material foi gravado ao longo da fotografia principal, e o processo de “peneira” acabou se mostrando desafiador.
“Sei que gravamos algo entre 800 e 814 horas. Honestamente, às vezes, eu senti que foi muito esmagador (para lidar). Houve um dia, em março de 2019, onde tínhamos quase trinta câmeras para acompanhar quatro jatos, e além da equipe aérea, eram duas unidades no solo. Me lembro de ter recebido tantas cenas na manhã seguinte e pensar, ‘Cara, isso vai ser muito complicado.’ “
Declarou ao Deadline.
“Os dias eram muito longos quando estávamos trabalhando nas sequências aéreas, era realmente intenso. E a questão é que, quando você tem muitas filmagens como essa e um filme como Top Gun, tem que ser incrível do começo ao fim, porque todo o público quer que seja incrível.”
Felizmente, tudo deu certo, e o longa-metragem recebeu aclamação de crítica e público, arrecadando US$ 1,5 bilhão ao redor do mundo.
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Com direção de Joseph Kosinski (Oblivion), Top Gun: Maverick é a sequência do clássico Top Gun: Ases Indomáveis.
Do que se trata a história?
Após trinta anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) se torna um destemido piloto de teste, evitando um avanço no ranking. Mas, quando se encontra treinando um destacamento de graduados da Top Gun para uma missão especializada, Maverick conhece o Tenente Bradley Bradshaw (Miles Teller), filho do falecido amigo de Maverick, Nick Bradshaw, também conhecido como Goose.
Enfrentando um futuro incerto e fantasmas de seu passado, Maverick é atraído para um confronto com seus próprios medos mais profundos, culminando em uma missão que exige o sacrifício final daqueles que serão escolhidos.