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Troy Baker, intérprete de Higgs em Death Stranding, comentou sobre a abordagem criativa de Hideo Kojima, destacando que o diretor prioriza impacto emocional acima de puro entretenimento.

Eu acho que há muitas pessoas fazendo jogos, e eu não culpo que, hoje, estão tentando impressionar o jogador o tempo todo e garantir que ele esteja se divertindo”, afirmou ao GamesRadar. “Afinal, é entretenimento. Mas também existem aqueles que pensam: ‘Eu prefiro muito mais que o jogador saia impactado do que apenas entretido’.”

Esse tipo de filosofia exige confiança e coragem criativa, já que envolve riscos consideráveis. “Isso exige muita confiança, muita fé. São decisões ousadas. Você arrisca muito, coloca muito em jogo ao seguir esse tipo de abordagem, especialmente em algo dessa escala e magnitude.”

O ator também ressaltou que Kojima mantém uma visão autoral semelhante à aplicada na franquia Metal Gear. “Hideo ainda faz jogos da mesma forma que fazia em Metal Gear, com ideias extremamente conceituais, grandiosas e bem planejadas. Acho que a única forma que ele conhece de criar é apostando alto.”

Por fim, Baker também destacou a importância da equipe envolvida nesses projetos. “Quando você faz isso com confiança e se cerca de pessoas talentosas, não só no elenco, mas também na equipe, e ainda consegue executar, cara, é um milagre. Realmente é um milagre.”

Death Stranding 2: On the Beach chegou aos computadores no mês passado, após um período de exclusividade no PlayStation 5, e atingiu um pico de 57,6 mil jogadores simultâneos. Desde então, segue com bom desempenho, registrando um pico de 23,4 mil jogadores nas últimas 24 horas.

As unidades vendidas, supostamente, estão acima de 2 milhões ao redor do mundo.

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Fonte: GamesRadar



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