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O ator Jesse Eisenberg, o J. Daniel Atlas da franquia Truque de Mestre, revelou em entrevista recente que está ansioso para iniciar as filmagens do terceiro filme.
Em entrevista à Collider, Eisenberg falou um pouco sobre suas preferências na carreira, destacando que interpretar um artista performático, como o mágico J. Daniel Atlas, é o mais próximo que ele consegue chegar da chamada “atuação de método”.
Confira o que Jesse Eisenberg declarou abaixo:
“Descobri que não gosto de buscar ativamente aquilo que é chamado de “atuação de método”, que é onde você trata as circunstâncias [das filmagens] quase como realidade”, explicou Eisenberg. “Descobri que poucos atores fazem isso, ou alguns o fazem de forma performática, mas de uma forma que não parece exatamente real.”
“Para mim, fazer esses filmes, Truque de Mestre, mais do que qualquer coisa, é o mais longe que vou em termos de me sentir como o personagem, porque eu sou um artista real performático, esse é meu trabalho, e o personagem também é um artista.”
“É por isso que eu amo tanto [a franquia], e estou tão desesperado para fazer um terceiro filme. É como se fosse o único momento em que eu poderia diminuir minha dose de antidepressivo, porque me sinto tão à vontade e confortável comigo mesmo como artista, porque o personagem [também] é. Então, de certa forma, a maneira como eu descreveria o método de atuação seria quase o contrário: o personagem está fazendo você sentir algo sobre si mesmo. “
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Com apenas dois filmes, a franquia Truque de Mestre já arrecadou US$ 685 milhões ao redor do mundo, e conta com Jesse Eisenberg, Dave Franco, Mark Ruffalo, Michael Caine, Morgan Freeman e Woody Harrelson nos papéis principais.
Na trama do original, um grupo de ilusionistas encanta o público com suas mágicas e também rouba bancos em outro continente, distribuindo a quantia para os próprios espectadores.
O agente do FBI Dylan Hobbs está determinado a capturá-los e conta com a ajuda de Alma Vargas, uma detetive da Interpol, e também de Thaddeus Bradley, um veterano desmistificador de mágicos que insiste que os assaltos são realizados a partir de disfarces e jogos envolvendo vídeos.