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Michael Sarnoski, o diretor de Um Lugar Silencioso: Dia Um, comentou em entrevista recente sobre a importância do gato Frodo, o bicho de estimação de Sam (Lupita Nyong’o), para a trama.

Em entrevista a Collider, Sarnoski destacou que o animal de estimação de Sam jamais poderia ser um cachorro, já que o animal simplesmente “veria a criatura e começaria a latir.” 

Ele descreve os gatos como animais mais “quietos” e “predatórios”, o que torna Frodo uma escolha melhor para a franquia, além de referenciar diretamente os gatos de rua, que são uma presença constante na cidade de Nova York.

“Acho que as pessoas entenderam que os gatos são mais parecidos com animais predadores. Eles sabem ficar quietos, sabem sobreviver e caçar. Acho que um cachorro simplesmente veria uma criatura e começaria a latir, e não seria muito bom. Então, acho que fez sentido”, afirmou o diretor. 

“Também fazia sentido no ambiente de Nova York. Existe uma espécie de vibração de gato de rua que funciona para Frodo. Eu sei que Lupita foi um pouco cautelosa ao trabalhar com gatos porque ela tinha muito medo de gatos quando começamos o filme, mas ela estava disposta a se comprometer e a enfrentar isso e, no final, ela estava adorando gatos, e ela agora tem o seu próprio. Sempre fez sentido que fosse um gato, mas definitivamente foi uma luta.”

Estrelado por Lupita Nyong’o e Joseph Quinn (O Quarteto Fantástico), Um Lugar Silencioso: Dia Um já está em cartaz nos cinemas do Brasil.

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A trama acompanha Sam (Lupita Nyong’o), que está em uma viagem de um dia em Nova York quando a invasão alienígena começa. Enquanto tudo rapidamente é destruído, ela se encontra com um homem chamado Eric (Joseph Quinn).

Com alguma relutância, os dois concordam em navegar e sobreviver juntos à cidade.

Fonte: Screen Rant.



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