
De acordo com informações do Daily Star, a SAS (Serviço Aéreo Especial da grã-bretanha) baniu a utilização da caveira do Justiceiro nos capacetes de seus pilotos. A justificava foi de que a marca do anti-herói da Marvel tem grande semelhança com a caveira nazista da Segunda Guerra Mundial.
O próprio criador do personagem, Gerry Conway, declarou que a utilização da caveira é algo “perturbador e ofensivo”. Vale lembrar que essa prática é bem comum no exército norte-americano.
Eu falei sobre isso em outras entrevistas. Para mim, é perturbador sempre que vejo figuras de autoridade abraçando a iconografia do Justiceiro porque o Justiceiro representa uma falha do sistema judiciário. Ele supostamente deveria indicar o colapso da autoridade moral social e a realidade que algumas pessoas não podem depender de instituições como a polícia ou os militares a agir de maneira justa e capaz.
Disse há algumas semanas em entrevista ao SYFY Wire.
O ex-fuzileiro naval e agora vigilante Frank Castle (Jon Bernthal) vive uma vida pacata na estrada até que de repente se envolve na tentativa de assassinato de uma jovem garota (Giorgia Whigham). Comforme ele é atraído para o mistério em torno dela e daqueles em busca da informação que ela guardava, Castle coloca um novo alvo em suas costas enquanto novos e antigos inimigos o forçam a um confronto interno se ele deve ou não aceitar seu destino e abraçar uma vida como O Justiceiro.





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