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Godzilla vs. Kong estreia na plataforma de streaming HBO Max no dia 31 de março, mas a crítica internacional já teve acesso ao filme e hoje, com o fim do embargo, puderam publicar as críticas completas sobre o que viram. Leia algumas abaixo.

The Hollywood Reporter – O elenco de Godzilla vs. Kong mostra uma inclusão louvável para um grande filme de estúdio. Mas é uma pena os atores talentosos que passaram a maior parte do tempo parados olhando para telas verdes, em silêncio atordoado ou murmurando inúmeras variações de choque e pavor. Apesar de um fio desnutrido conectando personagens-chave por sua experiência de perda, raramente as figuras humanas e sua interação foram tão periféricas à ação das manchetes de um blockbuster de pipoca. A boa notícia é que, mesmo que a complicada mitologia kaiju tende a tropeçar em si mesma em uma trama que mal faz sentido, o confronto oferece muita emoção visceral.

Forbes – Há pouca narrativa ou razão artística para a existência de Godzilla vs. Kong, exceto pelo fato de que já estava em andamento quando o MonsterVerse foi lançado com a promessa explícita de eventualmente colocar os monstros se enfrentando. Ainda há algo quase estranho e antiquado em como este capítulo não faz nenhum esforço real para criar sequências ou spin-offs. É um filme excessivamente simples, especialmente em sua empolgante segunda metade, e funciona como uma matinê de sábado, um relíquia de uma época anterior onde filmes como este eram eixos de sustentação de mega orçamento. Meus filhos são grandes fãs dos filmes MonsterVerse anteriores e também gostaram deste. Godzilla vs. Kong não é tão poético quanto Godzilla ou tão rico em personagens quanto Ilha da Caveira, mas funciona como um rock-n-roll amigável.

Entertainment Weekly – Há detalhes de CGI suficientes para dar a Kong uma espécie de hiper-realidade hipnotizante em cada topete e unha rachada, e uma linda garotinha surda e orfã (Kaylee Hottle) para ajudá-lo a comunicar o que está em seu coração, através do milagre da linguagem de sinais – embora nunca aprendamos muito sobre sua solidão, exceto que ele não se importa com as algemas nos tornozelos e é acalmado pelos sons do soft-FM pela manhã. Se você quer um grande filme de monstro que também se importa com pessoas – como elas pensam, falam e se sentem quando estão mais do que apenas gritando ao verem um kaiju – experimente Colossal de 2017, atualmente no Hulu. Se não, talvez Godzilla vs. Kong é exatamente o vazio que você veio buscar.

Em uma época onde monstros caminham pela Terra, a humanidade luta por sua sobrevivência quando Godzilla e Kong entram em rota de colisão. As duas maiores forças da natureza vão travar uma batalha espetacular que decidirá o futuro do planeta. E quando a Monarch embarca em uma missão secreta para descobrir as origens desses dois titãs, uma conspiração se inicia para que eles sejam exterminados, e desta vez, para sempre.

O elenco conta com Alexander Skarsgard (A Lenda de Tarzan), Rebecca Hall (Atração Perigosa), Eiza Gonzalez (Em Ritmo de Fuga), Jessica Henwick (Punho de Ferro), Millie Bobby Brown (Godzilla II), Kyle Chandler (Godzilla II), e Demián Bichir (A Freira).

Godzilla vs Kong tem direção de Adam Wingard, e estreia em 31 de março tanto na HBO Max quanto nos cinemas.