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Em entrevista com o The Wrap, a diretora Kat Coiro disse que, inicialmente, a exploração da vida amorosa da Mulher-Hulk gerou alguma preocupação entre alguns executivos da Marvel.

“Foi uma parte das nossas conversas, certamente. Não dá para contar a história da vida moderna de uma mulher de cerca de 30 anos sem abordar o sexo.”

“Eu acho que a mídia é, estranhamente, mais puritana quando se trata do ponto de vista feminino sobre o sexo.”

“O Homem de Ferro, por exemplo, fazia muitas coisas, mas tivemos mesmo essas conversas. Houve um medo maior em relação à vida sexual do que sobre as piadas com a Marvel.”

“Mas continuamos defendendo que essa era a história dela, e que poderíamos trabalhar com isso de uma maneira leve.”

“Eu nunca quis ir muito longe com o sexo, mas ao mesmo tempo, eu não queria que isso se tornasse um tabu.”

“Foi uma questão de encontrar um equilíbrio”, disse a diretora sobre esse aspecto de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, nova série da Marvel.

Leia mais sobre Mulher-Hulk: Defensora de Heróis

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível e é descrita como uma comédia jurídica de meia hora centrada em Jennifer Walters, prima de Bruce Banner.

Tatiana Maslany é a protagonista, enquanto Mark Ruffalo e Tim Roth retornam como Bruce Banner/Hulk e Emil Blonsky/Abominável, respectivamente.‎

Kat Coiro (Case Comigo) e Anu Valia (Lucia) são as diretoras, enquanto Jessica Gao e Dana Schwartz cuidaram do roteiro.

Do que se trata a narrativa?

Jennifer Walters (Maslany) é uma advogada que tem uma vida comum e tranquila até sofrer um grave acidente. Durante o imprevisto, acaba recebendo, acidentalmente, o sangue do seu primo, o cientista e super-herói Bruce Banner (Ruffalo), o Hulk. A partir daí, Jen vê sua vida virar de cabeça para baixo, pois recebe a habilidade de se transformar na versão feminina da criatura verde, conhecida simplesmente como… Mulher-Hulk.

A primeira temporada completa no Disney+ tem nove episódios.