Melhores minisséries  da DC - Parte I

Por Maria Eduarda Maggi

Cavaleiro das Trevas

Aqui temos um Bruce Wayne com seus 55 anos de idade e aposentado do combate ao crime. Mesmo tentando levar uma “vida normal”, Bruce ainda sente a necessidade de proteger a cidade que sempre ajudou. No entanto, o morcego deverá lidar com as consequências de se atuar como vigilante em um mundo onde os heróis estão proibidos de agir em público.

Reino do Amanhã

Em um futuro distópico, vemos os heróis do universo da DC velhos e aposentados. Com cada vez mais heróis surgindo e tendo atitudes que não condizem com o heroísmo, vemos os antigos protetores da Terra tendo que voltar à ativa para impedir que os seus sucessores sigam no poder.

Ronin

Após o assassinato de seu mestre pelo demônio Agat, um jovem samurai jura vingança e acaba reencarnando – juntamente com o dêmonio – em um futuro distópico. Com uma narrativa cinematográfica e com uma forte inspiração em “Logo Solitário” e também na arte de Moebius, “Ronin” foi o primeiro trabalho de Miller para a DC, sendo o responsável por “abrir as portas” para os próximos grandes clássicos do autor na editora.

Watchmen

Tudo começa nos anos 30, onde vigilantes mascarados começaram a surgir na sociedade. Formando a equipe denominada “Homens-Minuto“. Já nos anos 60, uma nova leva de vigilantes tenta ocupar o posto de seus antecessores, mas a ideia não dura muito. Alguns anos depois, com a instauração da Lei Keene, os vigilantes se tornaram ilegais, podendo atuarem apenas para o governo dos Estados Unidos.